quinta-feira, 21 de junho de 2012

Substância encontrada na casca da maçã pode ajudar a combater obesidade, diz estudo

Camundongos que receberam suplementos do composto ganharam menos peso e apresentaram menos problemas associado ao excesso de peso.

Uma substância encontrada em grandes quantidades na casca da maçã pode ter um efeito protetor  contra a obesidade e os problemas de saúde que a síndrome provoca, como diabetes e hipertenção. Em teste efetuados com camundongos pesquisadores da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, observaram que o composto chamado ácido ursólico, reduz o ganho de peso e evita o surgimento de doenças hepáticas. Estudo publicado pelo site Plos ONE.                                          

Segundo os autores do estudo, o ácido ursólico aumentou a massa muscular e a quantidade de gordura marrom dos camundongos, dois tecidos conhecidos por ajudar na queima de calorias. O nosso tecido adiposo é constituído por dois tipos de gordura: a branca e a marrom, esta última por liberar energia excedente do corpo e, não acumulá-la é considerada uma possível aliada contra a obesidade e outras relacionadas ao problema.

No estudo os camundongos seguiram uma dieta altamente calórica e rica em gordura ao longo de oito semanas, sendo que a metade dos animais também recebeu suplementos do ácido ursólico. Os pesquisadore observaram ao final da pesquisa, que esses camundongos apresentaram um peso menor aos dos outros, níveis normais de açúcar na corrente sanguínea e não desenvolveram doenças hepáticas gordurosas, uma condição comum associada à obesidade.

 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Consumo elevado de gordura trans aumenta propensão à agressividade

Cientistas da Universidade da Califórnia,nos Estados Unidos descobriram que o consumo de gordura trans na dieta está associado com irritabilidade e agressão entre homens e mulheres

A pesquisa adiciona evidências lógicas para evitar a inclusão de ácidos graxos em alimentos fornecidos em instituições como escolas e presídios.

Para o trabalho a equipe usou base de informações alimentares e avaliações comportamentais de 945 homens e mulheres adultas para analisar a relação entre gordura trans e agressão ou irritabilidade.

Os resultados mostraram que o consumo de ácidos graxos trans foi significamente associado com maior agressividade, e foi mais consistentemente preditivo de agressão e irritabilidade entre as medidas testadas, do que os outros preditores conhecidos avaliados.